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Marketeiro, publicitário, Paulistano,
intrometido e metido na arte de escrever.
Alguém me disse, em alguma hora, que eu sou poeta. Eu acreditei e
comecei a derramar letras no papel, transcrevendo meus sentimentos,
minhas sensações e meu dia a dia do meu jeito.
Trabalho solto, criando, construindo
versos e reversos e amarrando quase sempre o fim ao começo de forma
inusitada.
Tento transformar a lógica em absurdo e
o absurdo na verdade de cada um, de cada pessoa que passa pelo meu
texto. Texto que faz a imaginação flutuar e fluir a sensação de que um
dia, pelo menos, aquilo que se está lendo, aconteceu com alguém, ou
com você.
Passeio pelos meus pensamentos, sentimentos e lugares imaginários e
rio sozinho enquanto escrevo, às vezes choro.
Este livro tem, finalmente, uma “culpada”. Uma poeta maior, uma poeta
do amor bandido, uma poeta que brilha. Minha atual mestra e
conselheira literária que soube dos meus escritos amarelados no fundo
de uma gaveta e me incentivou a torná-los públicos. E mais ainda, me
convenceu a começar a escrever de novo.
Parte do resultado está aí. Espero que gostem.
Renato Baptista
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